Bruckner! (em port.)

Ouvi Bruckner pela primeira vez em meados dos anos 1970, inspirado por um amigo vienense, na Áustria. Surpreso pela minha ignorância acerca daquele compositor austríaco reconhecidamente esquisito, mas formidável, o amigo olhou-me nos olhos com aquele zelo que só se revela quando se está a ponto de divulgar um segredo esotérico e explosivo: a música […]

Bruckner!

I first listened to Anton Bruckner in the mid-70s, inspired by a Viennese friend of mine in Austria. Amazed at my ignorance of the admittedly odd but formidable Austrian composer, he looked me in the eye with the kind of earnestness one only shows when about to divulge an esoteric and explosive secret. Bruckner’s music […]